sábado, 17 de outubro de 2009

Bolero




Esquecer o que não existe
é algo inútil.
Esquecermos a quem pertencia
esse nome adormecido em nossa agenda
é duro. Quiséramos beber outros oceanos,
arrancar-nos os beijos da boca, e isso é triste.
Mas não recordar teus olhos
quando os pianos da chuva me envenenam,
não merece perdão.

Benjamin Valdivia

2 comentários:

direitinho disse...

Bom dia e bom Domingo.
Parabéns! Deu um visual diferente ao seu espaço.
Está muito agradável e profundo.
À esquerda tem dois temas muito importantes- A Fé e a nossa língua.
Hoje os atropelos são ainda maiores.
Fazem-se acordos ortográficos em que se desprezam as fontes e as raízes e se caminha para o calão e linguagem enxovalhada de gíria e estrangeirismos. Não concordo!
Enquanto puder escreverei como aprendi e sei que é assim que se fala. Nunca se usou uma linguagem tão baixa, a nível governamental como na presente legislatura-Sócrates =PORREIRO PÁ=
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Ainda que chova com força e me leve tudo ou a geada queime toda a minha horta, não queimará nunca a minha fé. Acreditarei sempre em Deus!
Se Ele nem existir, amarei sempre alguém que fará o Seu lugar.

direitinho disse...
Este comentário foi removido pelo autor.