sábado, 30 de maio de 2009

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2 comentários:

direitinho disse...

Olá Sylvia
Está tanto calor aqui que parece aquele calor em Africa em 1973.
As plantas vão murchado com esta temperatura.
A sua escolha desta semana também é fogo,mas é um fogo que queima aquilo que nunca arde.
Bonito poema e boa escolha.

Zica Cabral disse...

Lindo, Sylvia, como tudo o que sai da pena deste poeta.
Sim, a chama é sempre linda, mesmo quando acaba e morre, permanece conosto durante toda a vida. E faz parte integrante do nosso ser. Aorendemos com as queimaduras que provoca e, se somos equilibrados, saímos mais fortes. E a beleza da chama permanecerá.
Um beijinho pra vc amiga